MATERIAL NECESSÁRIO:
1. Escova de Robson
2. Taça de borracha
3. Pasta profilática
4. Micromotor
5. Contra-ângulo
6. Rolinho de algodão
7. Sugador
8. Espelho Clínico
9. Pinça de algodão
10. Sonda OMS
11. Caneta vermelha
12. Caneta azul
13. Lápis
PROCEDIMENTO:
1. Seguir cuidadosamente o POP de Biossegurança e o POP 3 para dar prosseguimento ao atendimento.
2. Posicionar o paciente e postar-se de acordo com o protocolo ergonomia.
3. Profilaxia prévia utilizando pasta profilática, escova de Robson para região de fóssulas e fissuras e taça de borracha nas superfícies lisas.
4. Isolamento relativo
5. Secar os dentes com jato de ar e com o auxilio da sonda OMS faz-se a exploração das unidades dentárias marcando no Odontograma os seguintes itens:
-Cavidade em vermelho vazado;
-Restauração satisfatória em azul preenchido;
-Restauração insatisfatória em azul preenchido com contorno em vermelho;
-Exodontia realizada com um X em azul sobre a unidade;
-Exodontia indicada com / em vermelho.
-Mancha branca inativa (mancha branca com aspecto superficial com brilho) colocar sigla MBI em vermelho acima da unidade.
-Mancha branca ativa (mancha branca com aspecto superficial fosco) colocar sigla MBA em vermelho acima da unidade dentária.
Obs1: Terceiros molares não presentes na cavidade bucal, sinalizar como ausente com a letra “A” e solicitar radiografia panorâmica para avaliação.
Obs2: As cavidades e/ou restaurações devem ser desenhadas na figura dos dentes da mesma forma e tamanho em que se apresenta na cavidade oral.
Obs3: Fazer as marcações no desenho a lápis e após a correção em caneta.
Ações Corretivas:
1. Caso o aluno se acidente com o material contaminado deve-se seguir os POPs de biossegurança e de acidentes com perfuro-cortantes.
2. O paciente que apresente pressão arterial elevada não deve ser atendido, devendo ser encaminhado para o posto de saúde mais próximo. Condições sistêmicas especiais devem ser avaliadas caso a caso e, se necessário, requisitar exames complementares e relatórios médicos.
Elaborado Por: Cinthia Coelho Simões e Deyla Vilela Aprovado Por: Colegiado do Curso de odontologia da UNIME.
Blog destinado a todos os curiosos pela arte odontológica. Responsável: Dr. Nicholas Trajano
19 de ago. de 2013
17 de ago. de 2013
Preparo pela técnica da silhueta: dente posterior - CRO1
MATERIAL NECESSÁRIO:
1. Turbina
2. Micro-motor
3. Contra-ângulo
4. Jogo clínico. (sonda da OMS, espelho bucal, pinça clínica e pinça de Miller)
5. Brocas: 1014, 3216, 2215, 4138
PROCEDIMENTO:
1. Seguir cuidadosamente o POP de Biossegurança e o POP 3 para dar prosseguimento ao atendimento.
2. Posicionar o paciente e postar-se de acordo com o protocolo ergonomia.
3. Estabelecer o término cervical, para realizar o sulco marginal cervical
4. Com a broca esférica 1014, o sulco é realizado nas faces vestibular e lingual até chegar próximo ao contato do dente vizinho.
5. A profundidade do sulco de ± 0,7mm (metade do diâmetro da broca) é conseguida introduzindo a broca a 45° em relação à superfície a ser desgastada.
6. Realizar os sulcos de orientação, vestibular, oclusal e ligual: dentes inferiores os sulcos da face vestibular devem ser realizados aprofundando-se o diâmetro da broca, para se obter o desgaste de l,2mm. Na região médio-oclusal esta quantidade de desgaste também é necessária, os sulcos da face lingual deverão também ser realizados acompanhando a sua inclinação e com profundidade correspondente à metade do diâmetro da broca, ou seja, ± 0,6mm. Angulação: respeitar 1º (de 2 a 5º) e 2º inclinação (5 a 10º).
7. União dos sulcos de orientação: deve ser feita com as brocas 3216 ou 2215.
8. Desgastes proximais: Com as brocas: 3203 (com matriz de aço – romper contato interproximal) e 3216 das faces distal e mesial, com uma profundidade de 1,0mm com termino a nível gengival e uma angulação de 90º (proximais paralelas).
9. Preparo sub-gengival: Brocas: 3216 ou 2215 para todas as faces do preparo, com profundidade: 0,5mm de profundidade sub-gengival, respeitando as distancias biológicas.
10. Acabamento e remoção de irregularidades: Usar as brocas: de granulação fina, ou 4138 para todas as faces do preparo, com um desgaste mínimo, apenas para remoção de irregularidades. Angulação: 90º.
1. Turbina
2. Micro-motor
3. Contra-ângulo
4. Jogo clínico. (sonda da OMS, espelho bucal, pinça clínica e pinça de Miller)
5. Brocas: 1014, 3216, 2215, 4138
PROCEDIMENTO:
1. Seguir cuidadosamente o POP de Biossegurança e o POP 3 para dar prosseguimento ao atendimento.
2. Posicionar o paciente e postar-se de acordo com o protocolo ergonomia.
3. Estabelecer o término cervical, para realizar o sulco marginal cervical
4. Com a broca esférica 1014, o sulco é realizado nas faces vestibular e lingual até chegar próximo ao contato do dente vizinho.
5. A profundidade do sulco de ± 0,7mm (metade do diâmetro da broca) é conseguida introduzindo a broca a 45° em relação à superfície a ser desgastada.
6. Realizar os sulcos de orientação, vestibular, oclusal e ligual: dentes inferiores os sulcos da face vestibular devem ser realizados aprofundando-se o diâmetro da broca, para se obter o desgaste de l,2mm. Na região médio-oclusal esta quantidade de desgaste também é necessária, os sulcos da face lingual deverão também ser realizados acompanhando a sua inclinação e com profundidade correspondente à metade do diâmetro da broca, ou seja, ± 0,6mm. Angulação: respeitar 1º (de 2 a 5º) e 2º inclinação (5 a 10º).
7. União dos sulcos de orientação: deve ser feita com as brocas 3216 ou 2215.
8. Desgastes proximais: Com as brocas: 3203 (com matriz de aço – romper contato interproximal) e 3216 das faces distal e mesial, com uma profundidade de 1,0mm com termino a nível gengival e uma angulação de 90º (proximais paralelas).
9. Preparo sub-gengival: Brocas: 3216 ou 2215 para todas as faces do preparo, com profundidade: 0,5mm de profundidade sub-gengival, respeitando as distancias biológicas.
10. Acabamento e remoção de irregularidades: Usar as brocas: de granulação fina, ou 4138 para todas as faces do preparo, com um desgaste mínimo, apenas para remoção de irregularidades. Angulação: 90º.
Moldagem de trabalho com alginato para PPRs provisórias e definitivas
MATERIAL NECESSÁRIO:
1. Turbina
2. Micro-motor
3. Contra-ângulo
4. Jogo clínico. (sonda da OMS, espelho bucal, pinça clínica e pinça de Miller)
5. Resina acrílica autopolimerizável incolor
6. Cera periférica, utilidade ou cera 7
7. Lamparina
8. Moldeiras de estoque (P, M e G) perfuradas de alumínio
9. Cuba para alginato e gesso
10. Espátula para manipulação de alginato, gesso
11. Medidor de pó e líquido de alginato e de gesso
12. 2 placas de vidro
13. Vaselina sólida
14. Fresas
15. Tesoura de ponta reta
PROCEDIMENTO:
Ações Corretivas:
Elaborado Por: Mariana Andrade
1. Turbina
2. Micro-motor
3. Contra-ângulo
4. Jogo clínico. (sonda da OMS, espelho bucal, pinça clínica e pinça de Miller)
5. Resina acrílica autopolimerizável incolor
6. Cera periférica, utilidade ou cera 7
7. Lamparina
8. Moldeiras de estoque (P, M e G) perfuradas de alumínio
9. Cuba para alginato e gesso
10. Espátula para manipulação de alginato, gesso
11. Medidor de pó e líquido de alginato e de gesso
12. 2 placas de vidro
13. Vaselina sólida
14. Fresas
15. Tesoura de ponta reta
1. Seguir cuidadosamente o POP de Biossegurança e o POP 3 para dar prosseguimento ao atendimento.
2. Posicionar o paciente e postar-se de acordo com o protocolo ergonomia.
3. Seleção da moldeira de estoque, individualização (com cera utilidade) ou confecção de moldeira individual.
4. Para confecção da moldeira individual, devemos selecionar o modelo do arco a ser moldado;
5. Delimitar a área chapeável, realizar alívios de retenções e áreas complexas das mucosas e alívios de cerca de 3 mm nas áreas dentadas com cera 7;
6. Manipular resina acrílica autopolimerizável e pressionar contra duas placas de vidro vaselinadas para formar uma placa de espessura uniforme;
7. Aguardar a fase plástica para levar a resina acrílica ao modelo, modelar e recortar os excessos de acrílico das bordas;
8. Confeccionar um cabo para facilitar a manipulação da moldeira;
9. Realizar os acabamentos com fresas e ajustes intrabucais para não interferir com as inserções musculares e freios, e não machucar oo paciente;
10. Proporcionar a quantidade de água e de alginato (1:1) de acordo com o tamanho da arcada.
11. Despejar a água na cuba e posteriormente o pó. Realizar a espatulação de forma vigorosa contra as paredes da cuba, incorporando todo o pó no líquido.
12. Secar as superfícies dentárias.
13. Preencher a moldeira com alginato e, com o auxílio dos dedos, colocar alginato nas améias, nichos e fundo de sulcos; inserir afastando lábios e bochecha, tracionar as inserções musculares e manter em posição sem pressão.
14. Aguardar 3 minutos para a completa geleificação do material e remover a moldeira em tempo único.
15. Lavar o molde em água corrente.
16. Borrifar hipoclorito de sódio 1% por 10 minutos para desinfecção;
17. Recortar excessos de alginato para evitar deformações, proporcionamento do gesso tipo III (100:30) e vazamento dos moldes, confecção da base dos modelos e após a presa, recorte dos modelos.
18. Seguir o POP de Biossegurança no que se refere à lavagem e esterilização de instrumentais.
19. Solicitar a nota diária com base nos critérios existentes no Portifólio.
1. Caso o aluno se acidente com o material contaminado deve-se seguir os POPs de biossegurança e de acidentes com perfuro-cortantes.
2. O paciente que apresente pressão arterial elevada não deve ser atendido, devendo ser encaminhado para o posto de saúde mais próximo. Condições sistêmicas especiais devem ser avaliadas caso a caso e, se necessário, requisitar exames complementares e relatórios médicos
REFERÊNCIA:
Aprovado Por: Colegiado do Curso de odontologia da UNIME.
Restaurações técnica sanduíche
MATERIAL NECESSÁRIO:
39. Turbina
40. Micro-motor
41. Contra-ângulo
42. Jogo clínico.
43. Cureta dentinária.
44. Seringa carpule.
45. Instrumental para isolamento absoluto: grampos, arco, pinça Palmer, Perfurador de Ainsworth, tesoura, fio dental, lençol de borracha, espátula de inserção.
46. Brocas e pontas diamantadas.
47. Placa de vidro
48. Cortantes manuais (recortadores de margens gengivais, machado, enchada).
49. Instrumental para restauração: espátula de inserção de titânio, condensadores, porta-matrizes, matrizes de aço, tiras de poliéster, seringa centrix, papel carbono, pinça Müller.
50. Gaze e algodão estéril.
51. Rolinho de algodão.
52. Sugador descartável.
53. Agulhas curtas
54. Anestésico tópico
55. Anestésico local com vasoconstrictor
56. Anestésico local sem vasoconstrictor
57. Estetoscópio e Esfingnomanômetro
12. Posicionar o paciente e postar-se de acordo com o protocolo ergonomia.
13. Mensurar a pressão sanguínea do paciente.
14. Anestesiar o paciente.
15. Realizar isolamento absoluto.
16. Realizar o preparo cavitário se limitando a remoção de dentina afetada.
17. Realizar a proteção pulpar (nas cavidades profundas colocar o cimento de hidróxido de cálcio)
18. Uso de ácido poliacrílico de 25 a 40% em dentina esfregando por 15 segundos.
19. Lavar abundantemente
20. Inserção do CIV com seringa Centrix
21. Refazer o preparo cavitário de acordo com o material restaurador programado.
22. Inserção do material restaurador (seguir o POP do material restaurador).
23. Avaliar a oclusão do paciente com papel carbono e pinça de Muller, efetuando os ajustes necessários.
Ações Corretivas:
7. Caso o aluno se acidente com o material contaminado deve-se seguir os POPs de biossegurança e de acidentes com perfuro-cortantes.
8. O paciente que apresente pressão arterial elevada não deve ser atendido, devendo ser encaminhado para o posto de saúde mais próximo. Condições sistêmicas especiais devem ser avaliadas caso a caso e, se necessário, requisitar exames complementares e relatórios médicos.
Elaborado Por: Carmen Motta
39. Turbina
40. Micro-motor
41. Contra-ângulo
42. Jogo clínico.
43. Cureta dentinária.
44. Seringa carpule.
45. Instrumental para isolamento absoluto: grampos, arco, pinça Palmer, Perfurador de Ainsworth, tesoura, fio dental, lençol de borracha, espátula de inserção.
46. Brocas e pontas diamantadas.
47. Placa de vidro
48. Cortantes manuais (recortadores de margens gengivais, machado, enchada).
49. Instrumental para restauração: espátula de inserção de titânio, condensadores, porta-matrizes, matrizes de aço, tiras de poliéster, seringa centrix, papel carbono, pinça Müller.
50. Gaze e algodão estéril.
51. Rolinho de algodão.
52. Sugador descartável.
53. Agulhas curtas
54. Anestésico tópico
55. Anestésico local com vasoconstrictor
56. Anestésico local sem vasoconstrictor
57. Estetoscópio e Esfingnomanômetro
PROCEDIMENTO:
13. Mensurar a pressão sanguínea do paciente.
14. Anestesiar o paciente.
15. Realizar isolamento absoluto.
16. Realizar o preparo cavitário se limitando a remoção de dentina afetada.
17. Realizar a proteção pulpar (nas cavidades profundas colocar o cimento de hidróxido de cálcio)
18. Uso de ácido poliacrílico de 25 a 40% em dentina esfregando por 15 segundos.
19. Lavar abundantemente
20. Inserção do CIV com seringa Centrix
21. Refazer o preparo cavitário de acordo com o material restaurador programado.
22. Inserção do material restaurador (seguir o POP do material restaurador).
23. Avaliar a oclusão do paciente com papel carbono e pinça de Muller, efetuando os ajustes necessários.
7. Caso o aluno se acidente com o material contaminado deve-se seguir os POPs de biossegurança e de acidentes com perfuro-cortantes.
8. O paciente que apresente pressão arterial elevada não deve ser atendido, devendo ser encaminhado para o posto de saúde mais próximo. Condições sistêmicas especiais devem ser avaliadas caso a caso e, se necessário, requisitar exames complementares e relatórios médicos.
REFERÊNCIA:
Aprovado Por: Colegiado do Curso de odontologia da UNIME.
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