2 de jun. de 2013

OPC 4 ORTO - Moldagem, Ep e Er

MOLDAGEM

Para que realizar: Saber se haverá espaços para os dentes permanentes sucessores.

Espaço Presente - Perímetro do arco superior e inferior.

  • Mede-se com fio de latão
  • Compasso de ponta seca
  • Divide-se a arca em 6 partes: da linha média a mesial do canino, da mesial a distal do canino, da distal do canino até a mesial do PM permanente.



Faz-se um risco numa folha de papel e marca-se de acordo com valor do modelo transferindo para o papel.

                                   Ep ______________________________________

Espaço Requerido - Largura dos incisivos, caninos e pré molares sucessores


  • Mede-se a maior largura Mesial e distal dente por dente.
  • Largura (tamanho) previsto para o canino,  1 PM e 2 PM é medido pela fórmula:

= diâmetro mesio distal dos incisivos inferiores
______________________________________     + coeficiente
                              2

  • Para encontrar o tamanho previsto de canino, 1PM e 2PM SUPERIOR, usa-se para o coeficiente o valor 11

  • Para encontrar o tamanho previsto de canino, 1PM e 2PM INFERIOR, usa-se para o coeficiente o valor 10,5

  • Tabela final de valores do diâmetro:


    4 de mai. de 2013

    CEFALOGRAMA DE STEINER - OPC4




    Cefalometria


    Conceito: É o conjunto de medidas, angulares e lineares desenvolvidas para o traçado de radiografias laterais e frontais,  que estuda as dimensões das estruturas anatômicas do crânio e da face.

    Finalidade: Verifica a relação entre os principais componentes do esqueleto craniofacial. Em uma visão bidimensional, elas avaliam linear ou angularmente a posição relativa de dentes, ossos da face e do crânio, fornecendo um “mapa” do indivíduo.

    Para que serve: 


    • Avaliar o tipo de crescimento
    • Observar a evolução nas distintas fases do tratamento
    • Avaliar os resultados ao final do tratamento (se foram cumprida as metas)
    • É um documento legal
    • Diagnosticar: 
    Ósseas da maxila
    Discrepâncias esqueléticas
    Discrepâncias dento alveolares




    Tratamento: As modificações podem ser através de movimentação, tratamentos ortodôntico e/ou ato cirúrgico. (Bonacin Filho 2009)

    Pontos cefalométricos


    Ponto S - Sela
    Localização: ponto localizado no centro geométrico da sela túrcica;
    É o primeiro ponto a ser marcado

    Ponto N - Násio
    Localização: ponto mais anterior da sutura fronto-nasal;
    União do osso frontal com os ossos próprios do nariz
    Ponto A - Subespinhal
    Localização: ponto localizado na maior concavidade da porção anterior da maxila;
     
    Ponto B - Supramentoniano
    Localização: ponto localizado na maior concavidade da porção anterior da sínfise mentoniana;



    Ponto Go - Gônio
    Localização: Ponto mais inferior e mais posterior do contorno do ângulo goníaco.

    Ponto Gn - Gnátio
    Localização: Ponto mais inferior e anterior do contorno do mento.
    Ponto Pog - Pogônio
    Localização: ponto mais anterior do contorno anterior da sínfise mentoniana;

    Ponto Or - Orbitário
    Localização: ponto mais inferior no contorno inferior da órbita;

    Ponto Po - Pório
    Localização: ponto mais superior do meato acústico externo;

    Ponto ENA - Espinha Nasal Anterior
    Localização: ponto mais anterior do contorno anterior da sínfise mentoniana;

    Ponto D
    Localização: Centro geométrico da sínfise




     Planos e linhas

     Processo de análise do cefalograma:

    Avaliação do padrão esquelético
    Avaliação do padrão dentário
    Avaliação do perfil



    POSIÇÃO DA MAXILA E DA MANDÍBULA


    Linha SN
    É a linha que contém os pontos Sela (S) e Násio (N).
    Linha NA  
    É a linha que contém os pontos (A) e Násio (N).
    É traçada 0,5cm abaixo de N até ultrapassar a região dos dentes anteriores.

    Ângulo SNA
    Ângulo formado pela intersecção das linhas SN e NA. Mostra a posição ântero-posterior da maxila em relação à base do crânio.

    Média: 

    SNA = 80º a 84º (a maxila está bem posicionada em relação a base do crânio no sentido antero-posterior)
    SNA > 84º (a maxila estará protraída em relação a base do crânio)
    SNA < 80º (a maxila estará retraída em relação a base do crânio)

    Linha NB 
    É a linha que contém os pontos (B) e Násio (N).
    É traçada 0,5cm abaixo de N até tocar o plano mandibular

    Ângulo SNB
    Ângulo formado pela intersecção das linhas SN e NB. Mostra a posição ântero-posterior da mandíbula em relação à base anterior do crânio.
    Média:
    SNB = 78º a 82º (a mandíbula está bem posicionada em relação a base do crânio no sentido antero-posterior)
    SNA > 82º (a mandíbula estará protraída em relação a base do crânio)
    SNA < 78º (a mandíbula estará retraída em relação a base do crânio)



    POSIÇÃO MAXILO–MANDIBULAR


    Ângulo ANB
    Ângulo formado pela intersecção das linhas NA e NB. Representa a relação maxilo-mandibular no sentido ântero-posterior. Quando a linha NB estiver à frente da linha NA, este ângulo deve receber o sinal negativo.
    Média:
    ANB = 0º a 4,5º (a maxila está bem posicionada em relação a mandibula ou vice versa no sentido antero-posterior, ou há uma relação de CLASSE I esquelética).
    ANB (-), quando a linha NB estiver a frente da NA.
    ANB (+), quando a linha NB estiver atrás da NA. 

    ANB = SNA - SNB

    Média:
    ANB = 78º a 82º (a mandíbula está bem posicionada em relação a base do crânio no sentido antero-posterior)
    ANB > 4,5º (a maxila estará protraída em relação a mandibula, ou há presença de relação de CLASSE II)
    SNA < 4,5º (a maxila estará retraída em relação a mandibula ou há presença de relação CLASSE III)


     




    EXERCÍCIO RESPONDIDO:

    1.  
    SNA = 78º retraida
    SNB = 77º retraida
    ANB = 1º  classe I


        2.

    SNA = 87º protruida
    SNB = 88º protruida
    ANB= -1º classe III

     
    Referência:
    http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-54192005000100016&script=sci_arttext

    http://www.ortodontiaapcdpinheiros.blogspot.com.br/2011/03/linha-sn-e-linha-que-contem-os-pontos.html

    23 de abr. de 2013

    Pressão arterial, cardiaca e respiratoria


    Frequência Cardíaca em Adultos:

    A freqüência normal dos batimentos cardíacos é de 60 até 100 ciclos, ou batidas, por minuto.
    Taquicardia é o aumento da freqüência cardíaca (acima de 100 bpm nos adultos).
    Bradicardia é a diminuição da freqüência cardíaca (abaixo de 60 bpm nos adultos)

    Procedimentos para Palpação do Pulso
     
    1)Relaxe a vítima. Para palpar o pulso radial, mantenha o braço da vítima descansando confortavelmente, preferencialmente cruzando a parte inferior do tórax.

    2)Use dois ou três dedos para encontrar e sentir o pulso. Use somente a ponta dos dedos e nunca o polegar (usando o polegar o examinador poderá sentir seu próprio pulso digital).

    3)Evite muita pressão. Pressionando forte poderá interromper o pulso da vítima.

    4)Sinta e conte o pulso durante 15 ou 30 segundos (se contar por 30 segundos, multiplique por dois). Use relógio que marque os segundos.

    5)Anote a freqüência no prontuário. Exemplo: Pulso - 72bpm

    Frequência respiratória:

    Deve ser avaliada sem que a vítima perceba, preferencialmente enquanto se palpa o pulso radial, para evitar que a vítima tente conscientemente controlar a respiração.

     Adultos – 12 a 20 movimentos respiratórios por minuto (rpm);

    ●Taquipnéia – Respiração rápida e regular;
    ●Dispnéia – Respiração difícil que exige esforço aumentado e uso de músculos acessórios.
     ●Apnéia – Cessação intermitente (10 a 60 segundos) ou persistente (parada respiratória) das respirações;
    ●Bradipnéia – Respiração lenta e regular;


    Procedimentos para verificar a respiração

    1)Se possível, estando a vítima consciente, coloque o braço da mesma cruzando a parte inferior do tórax. Segure o pulso da mesma enquanto estiver observando a respiração, como se estivesse palpando o pulso radial.
    2)Olhando para o seu tórax, com a visão você irá observar os movimentos de subida e descida do tórax e/ou do abdome.
    3)Conte com os movimentos respiratórios durante um minuto (use relógio com marcação de segundos).
    4)Anote a freqüência respiratória. Exemplo: Respiração normal, 16 rpm.


    Pressão arterial

    contração do ventrículo esquerdo (sístole) =  pressão sistólica ou máxima
    relaxamento do ventrículo esquerdo (diástole) = pressão diastólica ou mínima

    A pressão arterial é medida em milímetros de mercúrio (mmHg). O primeiro número, de maior valor, corresponde à pressão sistólica, enquanto o segundo, de menor valor, corresponde à pressão diastólica.

    120/80 mmHg é o valor considerado ideal para um adulto jovem, entretanto, medidas até 140 mmHg para a pressão sistólica e 90 mmHg para a diastólica também podem ser aceitas como normais.

    A posição em que a vítima se encontra (em pé, sentado ou deitado), atividade física recente e manguito inapropriado também podem alterar os níveis da pressão.


    Procedimento para o método auscultatório

    1)Posicione a vítima com o braço apoiado a nível do coração. Use, sempre que possível, o braço não traumatizado.
    2)Localize o manômetro de modo a visualizar claramente os valores da medida.
    3)Selecione o tamanho da braçadeira para adultos ou crianças. A largura do manguito deve corresponder a 40% da circunferência braquial e seu comprimento a 80%.
    4)Localize a artéria braquial ao longo da face interna superior do braço palpando-a.
    5)Envolva a braçadeira, suave e confortavelmente, em torno do braço, centralizando o manguito sobre a artéria braquial. Mantenha a margem inferior da braçadeira 2,5cm acima da dobra do cotovelo. Encontre o centro do manguito dobrandoo ao meio.
     6)Posicione o estetoscópio sobre a artéria braquial palpada abaixo do manguito na fossa antecubital. Deve ser aplicado com leve pressão assegurando o contato com a pele em todos os pontos.
    7)Identifique a pressão sistólica (máxima) observando no manômetro o ponto correspondente ao primeiro batimento regular audível.
    8)Identifique a pressão diastólica (mínima) observando no manômetro o ponto correspondente ao último batimento regular audível.
    9)Desinsufle totalmente o aparelho com atenção voltada ao completo desaparecimento dos batimentos.
    10)Retire o aparelho do braço e guarda-lo cuidadosamente afim de evitar danos



    Referência:

    http://www.ebah.com.br/content/ABAAAAsygAK/sinais-vitais

    1 de abr. de 2013

    ODONTOMETRIA - opc3


    PLANO  DE AULA – ODONTOMETRIA / PREPARO - parte1

    ODONTOMETRIA
    ·                     Medida do comprimento do dente
    ·                     Determinação do Comprimento Real de Trabalho  (CRT)
    ·                     Conjunto de procedimentos que visa determinar os limites de ação do endodontista para fins de preparo e obturação do canal radicular
    ·                     Determinação do comprimento do canal dentinário
    ·                     Pelos estudos de morfologia apical realizados sob a luz da microscopia óptica ou estereomicroscopia, o ponto de maior constrição do canal radicular, conhecido por junção cemento-dentina-canal (ou junção CDC) localiza-se aquém do vértice anatômico, cerca de 1,0 mm.

    Técnicas Odontométricas

    1.Método Sinestésico (Inconsistente)

    2.Técnicas radiográficas
    nTécnica de Ingle (1957) mais utilizada
    nTécnica de Bregman

    3. Método Eletrônico

    TÉCNICA DE INGLE 
    1. Medir pela radiografia de diagnóstico o CAD = Comprimento Aparente do Dente
    Pela radiografia de diagnóstico, tomada com a técnica do cone longo (ou paralelismo), medimos com auxílio de lupa e régua milimetrada (transparente), o comprimento do dente, calcado nos dois pontos referenciais: o oclusal e o vértice radiográfico de cada raiz, transferindo a medida para a ficha, com o nome de Comprimento Aparente do Dente (CAD).

    1. Desta medida, deduzir 3 mm, transferindo o resultado para o instrumento de odontometria 

    1. CAD - 3mm = CRI
                         CRI (Comprimento Real do Instrumento)
    Selecionar e introduzir no canal o instrumento até o valor do CRI, ficando aquém do ápice.

    1. O instrumento  deve ficar justo no canal
    Introduz-se no canal o instrumento até o valor do CRI, ficando aquém do ápice. Cumpre advertir que o instrumento  deve ficar justo no canal.

    1. Radiografar
    Radiografa-se o dente, procurando a menor distorção possível.

    1.  Medir o espaço entre a ponta do instrumento e o vértice radiográfico.
     Processada a radiografia, mede-se, com o auxilio de lupa e régua milimetrada transparente, o espaço entre a ponta do instrumento e o vértice radiográfico. A esta medida teremos um valor X.

    1. Biopulpectomia (polpa viva) ou Necropulpectomia (Polpa morta)-1mm
    De modo geral ao recuarmos 1,0 mm do vértice radiográfico estaremos no CRT

    1. Comprimento Real de Trabalho (CRT) CRT = CRD - 1,0 mm
    Comprimento Real do Dente (CRD = CRI + X )

    De posse desta medida X iremos acrescentar ao valor determinado pelo CRI, totalizando desta forma o valor do Comprimento Real do Dente (CRD = CRI + X ).

    Com estes valores poderemos indicar o Comprimento Real de Trabalho (CRT)

    1. Anotar o comprimento obtido e o ponto de referência

    1. Iniciar a instrumentação


    Método de Bregman

    CAD = Comprimento Aparente do Dente

    CAI = Comprimento Aparente do Instrumento

    CRI = Comprimento Real do Instrumento

                                         CRD ? ? ? ?

                                                   Teorema de Thales
                                                                   (Regra  de Três)
                                                  
                                   CRD X CAI =  CRI X CAD
                    
                                                  
                                   CRD =  CRI X CAD
                                                   CAI

    Exemplo:
    CRI = Comprimento Real do Instrumento = 10 mm

    CAI = Comprimento Aparente do Instrumento = 10 mm

    CAD = Comprimento Aparente do Dente = 23 mm

                                 CRD ? ? ?

                                   CRT = CRD – 1mm

    Técnicas Eletrônicas

    Preparo Biomecânico dos Canais Radiculares
    Termos Utilizados
    nPreparo Mecânico
    nPreparo Químico-mecânico
    nInstrumentação
    nLimpeza e Modelagem (Schilder)
    nPreparo BIOMECÂNICO (II Convenção Internacional de Endodontia realizado na Universidade da Pensilvania, Filadélfia, USA em 1953) ---Princípios e exigências biológicas.

    Preparo Biomecânico dos Canais Radiculares
    “Limpeza químico-mecânica, atribuindo uma conformação cônica no sentido
    ápice- coroa, com o objetivo de tornar mais fácil e hermética a obturação.”
    (LEONARDO,M.R.,2005)

    Objetivos do Preparo
    LIMPEZA
    Eliminação de irritantes como microorganismos, seus produtos e tecidos pulpar vivo ou necrosado
    MODELAGEM
    Obtenção de um canal radicular cônico contínuo com menor diâmetro apical e maior na cervical

    Preparo dos Canais Radiculares
    Objetivos Específicos
    • Remover tecidos moles e duros infectados;

    • Permitir que a solução irrigadora alcance a região apical;

    • Criar espaço para a colocação da medicação e posterior obturação;

    • Manter a integridade das estruturas radiculares.

    Limas

    Instrumentos confeccionados a partir de uma liga metálica

    O instrumento endodôntico é formado basicamente por:
    1- Cabo 
    2- Haste intermediária
    3- Parte ativa  

    Comprimento das limas
    Os instrumentos podem ser encontrados em tamanhos de 21 mm, 25 mm ou 31 mm de comprimento
    Numeração das limas
    Numeração das limas
    üLima 10 = 0,10 mm
    üLima 15 = 0,15 mm
    üLima 140 = 1,40 mm

    Cor dos Cabos
    As limas são divididas por séries
    série especial #06 (cor rosa), #08 (cor cinza) e #10 (cor roxa),
    primeira série de #15 a #40,
    segunda série de #45 a 80 e
    ]terceira série de #90 a #140.Há também uma seqüência de cores, iguais para primeira, segunda e terceira séries: branca, amarela, vermelha, azul, verde e preta.

    Secção Transversal dos Instrumentos
    Quadrangular
    Triangular
    Circular
    Os instrumentos manuais endodônticos do Tipo K possuem secção transversal quadrangular , os flexíveis secção transversal triangular e os do tipo Hedstroen (H) possuem secção transversal em forma de circular ou vírgula .


    LIMAS TIPO K
    LIMAS TIPO K-FLEXOFILE
    LIMAS TIPO HEDSTRÖEN
    LIMAS GOLDEN MEDIUM




    Movimento dos Instrumentos
    üMovimento de Remoção
    üMovimento de Exploração e Cateterismo
    üMovimento de Alargamento com Rotação Parcial, Alternada ou Contínua
    üMovimento de Limagem

    Movimento de Remoção

    nInstrumentos:
    tipo H ou K
    nEx.:
    Remoção de detritos, polpa, retratamento

    Movimento de Exploração ou Cateterismo

    nInstrumento:
     tipo K
    nEx.:
    Odontometria

    Movimento de Alargamento
    nAvanço e Mov. de rotação
    nInstrumentos: tipo K e os acionados a motor (aço inox ou NiTi)
    nAumento do diâmetro do canal


    Alargamento com Rotação Parcial
    nInstrumentos: tipo K e os acionados a motor (aço inox ou NiTi)

    Alargamento com Rotação Alternada
    Instrumentos: tipo K manual e os acionados  a motor (aço inox ou NiTi)

    Alargamento com Rotação Contínua
     Instrumentos:  acionados a motor

    Movimento de Limagem
    Movimento curto: 0,5 a 2,0 mm
    Instrumentos:
     tipo H ou K

    Movimento de Alargamento e Limagem
    Instrumentos: tipo K

    BIBLIOGRAFIA:

    • LOPES, H.P. e Siqueira Jr., J.F.. Endodontia – Biologia e Técnica - Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2a edição, 2004;
    • LEONARDO, M.R. . Endodontia – Tratamento dos Canais Radiculares; princípios técnicos e biológicos – São Paulo: Artes Médicas, 2005.